🤖 Talvez por causa da inteligência artificial eu tenha voltado a mexer em computadores

 O motivo pelo qual eu não mexia mais em computadores

Personagem usando computador enquanto trabalha ao lado de um assistente de inteligência artificial em um ambiente de tecnologia.

Ontem troquei o disco rígido (HDD) de um computador que estava parado em um canto da casa há três anos e meio por um SSD e também aumentei a memória. O computador praticamente se transformou em uma máquina nova. A velocidade ficou impressionante. Parece até melhor do que um computador novo.

Hoje em dia eu formato meus computadores mais ou menos a cada dois anos. Antigamente eu fazia isso a cada seis meses. Somando os computadores do trabalho e de casa, sempre tive três ou quatro máquinas. Não era nada difícil de fazer e, quando o sistema era reinstalado, o computador voltava a funcionar bem.

Se eu somar todos os computadores que já desmontei, montei, consertei ou formatei, provavelmente já passei de 300 máquinas. Nunca contei exatamente, mas como fiz isso por mais de 15 anos, acredito que seja por aí. Talvez por isso hoje em dia eu até tenha ficado um pouco cansado de mexer em computadores.


A história começou na igreja

Comecei a mexer com computadores há cerca de 20 anos.

Naquela época eu ensinava alunos na igreja. Quando surgiu o novo Windows Messenger, eu quis ensinar rapidamente essa novidade para os estudantes. Então criamos uma pequena sala dentro da igreja chamada YK (sigla de Igreja Yeonggwang) e colocamos cinco computadores ali.

Naquele tempo computadores novos eram muito caros, então conseguimos alguns computadores usados e antigos. O problema era que eles quebravam quase toda semana. Às vezes dois ou três paravam de funcionar na mesma semana.

Naquela época os computadores usavam Windows 95 e, se fosse um pouco melhor, Windows 98. Quando o sistema quebrava, até formatar o computador era difícil. Encontrar os drivers corretos também não era fácil e o processo de instalação era muito mais complicado do que hoje.

Um amigo chamado Ba○○, que hoje é pastor de uma igreja, estudava ciência da computação naquela época. Quando eu pedia para ele olhar um computador quebrado, ele apenas dizia “sim…” e passava direto.

Depois descobri que estudar computação não significa necessariamente saber consertar hardware. A maioria das pessoas estudava software, não reparo de computadores. Naquela época eu nem sabia disso.


Consertar computadores virou rotina

Isso deve ter sido por volta de 2005. Toda semana dois ou três computadores quebravam. Em um mês chegava facilmente a dez máquinas.

Foi então que comecei a frequentar a região da Santa Efigênia, perguntando para os lojistas sobre peças e aprendendo a trocar componentes e consertar computadores.

Com o tempo, pastores e membros da igreja começaram a trazer seus notebooks. Consertar era caro e jogar fora parecia desperdício, então muitos traziam computadores que estavam guardados havia anos.

Eu também ensinei meu pai a usar computador. Uma ou duas vezes por mês ele trazia o computador dizendo que tinha quebrado. Ou então eu ia até a casa dele para consertar.

Ele sempre dizia:

“Eu não fiz nada, mas o computador quebrou.”

Mas na verdade ele passava a noite inteira jogando baduk (go) online. Além disso, às vezes colocava os pés em cima do gabinete do computador… então não era difícil imaginar por que quebrava.

Naquela época também havia histórias engraçadas. Algumas pessoas levavam o monitor para a assistência técnica quando o computador quebrava. Elas achavam que o problema era na tela. Na verdade deveriam levar o gabinete. Hoje parece engraçado, mas naquela época isso acontecia bastante.



computadores antigos ou quebrados

(Descrição da foto)
2011 – vários computadores antigos ou quebrados que recebi naquela época.

Consertando os computadores que as pessoas traziam, percebi que mexer em computadores acabou se tornando parte do meu dia a dia.

Na época do Korea.com era normal mexer em 10 a 20 computadores por mês. Durante os 10 anos em que mantive o Hanbranet, também mexi bastante com computadores.



Uma jovem explicando o uso do computador para pessoas idosas.

(Descrição da foto)

18 de dezembro de 2011 – aula de informática para idosos no corea.com.br
Como não havia assistente, meus filhos ajudaram como voluntários.

Um jovem explicando o uso do computador para pessoas idosas.

Naquela época os computadores eram antigos, mas o Sr. Jegal Young-su doou quatro monitores novos, o que ajudou os alunos idosos a estudar com telas melhores.

Quatro monitores novos doados por um senhor para ajudar nas aulas de informática.

Com o tempo comecei a ficar um pouco cansado de mexer em computadores. Por isso, durante um período, acabei me afastando disso.

Claro… exceto escrever textos.


Ensinando computadores aos meus filhos

Eu também pensava que, no futuro, a vida dependeria cada vez mais de computadores. Por isso queria que meus filhos aprendessem pelo menos o básico.

Às vezes eu até “quebrava” de propósito o computador que meu filho estava usando. Assim ele precisava descobrir sozinho por que o computador não estava funcionando.

No começo ele ficava confuso, mas aos poucos aprendia a encontrar a causa do problema. Talvez por causa dessas experiências ele hoje saiba lidar melhor com computadores do que muitas outras pessoas.

Com minha filha foi parecido. Eu achava que mulheres também precisavam entender de computadores. Então comprei um gabinete e montamos um computador juntos, instalando a placa-mãe, o processador e a memória passo a passo.

Na época era apenas uma atividade divertida, mas talvez tenha sido uma boa experiência para eles.


O motivo pelo qual voltei a mexer em computadores

Olhando para trás, percebo que uma parte grande da minha vida passou junto com os computadores.

Talvez uma parte da minha história tenha caminhado junto com a evolução da tecnologia.

Ontem, quando voltei a mexer em um computador, muitas lembranças antigas voltaram à minha mente.

No passado, modems, roteadores e redes mudavam constantemente, então eu sempre precisava aprender algo novo.

Mas em algum momento os computadores ficaram muito mais estáveis. Talvez por isso eu tenha mexido menos neles com o passar do tempo.

Hoje em dia nem tudo vem imediatamente à memória como antes. Então às vezes eu pergunto à inteligência artificial e vou resolvendo as coisas passo a passo.

Pensando bem, se a inteligência artificial não existisse, talvez eu nem tivesse voltado a mexer em computadores. Muitas coisas já não me vêm à cabeça tão rapidamente quanto antes.

Mas agora, com a ajuda da inteligência artificial, acabei voltando a mexer em computadores novamente.

Talvez tenha sido a inteligência artificial que me trouxe de volta ao mundo dos computadores. 😊

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